Novinha do cu gostoso

Novinha do cu gostoso

Novinha do cu gostoso

– “Nem pense em sair daí, engraçadinho…”, disse, e enquanto o Marcos começava a bombar seu pau dentro da Paty, ela deitou-se sob a amiga, como em um meia-nove. Não acreditava que aquela gatinha, pequenina e novinha pudesse ser tão safada. tomei um banho e disse a ela, que não adiantava insistir que se não a tivesse em meus braços não emprestaria o dinheiro, carina entrou no meu quarto eu estava acabando de colocar a bermuda ela chegou me ver só de cueca, mas não saiu do quarto, me aproximei dela e pedi um beijo, ela tentou se esquivar e eu disse: tá vendo você quer que eu te ajude mas foge de mim, ela sempre repetindo as mesmas palavras disse que me beijaria mas não iria transar comigo pois não poderia fazer isso com sua irmã, então envolvi minha cunhadinha gostosa em meus braços e ao mesmo tempo em que a beijava já fui passando a mão em todo seu corpo, principalmente nos seios e na bunda que é redondinha uma verdadeira delicia, ela se afastou e eu me aproximei e beijei-lhe novamente que boca gostosa, que saliva doce, eu não acreditava que aquilo estivesse acontecendo eram mais de 10 anos de tesão nessa mulher maravilhosa, então enlacei-a pela cintura e deitei-a na minha cama, ela ficou apavorada com medo de que alguém chegasse mas a acalmei, novamente comecei a beijar o rosto a boca o pescoço de minha cunhada, então prendi suas duas mãos no colchão e puxei um de seus seios pra fora, gente que teta maravilhosa de média pra grande, branquinha e com auréulas rosadas, xupei como um desesperado enquanto esfregava meu pau duro na boceta dela sem tirar-mos a roupa. Não resistia à sua bunda, olhando sem muita visão, de lado e então puxei-a sem tirar o pau, colocando a de quatro e então ela ficou louca de tesão e disse: “Vem meu garanhão, monta sua eguinha, fode meu cuzinho, fode, fode” e soltava gritinhos de “aiiiii, que pica dura, que gostoso um pauzão no rabo, que delícia dar o cuzinho”, eu admirava a cena dela de quatro com meu pau entrando e saindo de sua cuzinho, a marquinha de biquíni parecia uma pequena setinha indicando o caminho da felicidade, eu apertava sua bunda dura e metia em seu rabinho, segurei ela pela cinturinha fina e encaixei-a em minha virilha, com o pau estocado até o fim em seu cuzinho, metia e sentia meu saco batendo em sua buceta, paralisei por uns segundos e iniciei movimentos de vai e vem como seu corpo, fazendo com que seu cuzinho deslizasse por toda a extensão do meu cacete e ela então começou a alisar a xoxotinha, tocando uma siririca gostosa, enfiava o dedo em sua buceta e apertava o clitóris, eu a levava pra frente e pra trás, pequenina e encaixada em meu pauzão pelo rabinho.

Na verdade elas jamais sequer pensaram em fazer algo sequer próximo a isso, mas nesse momento definitivamente não pensavam nisso, apenas imaginavam que haviam perdido tempo.

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